Random: Mini dançarino indiano

Esse vídeo já é antigo, mas, em uma conversa com amigos descobri que muita gente ainda não viu as habilidades dançantes da criança/anão/whatever que segue abaixo, e eu resolvi fazer minha parte na difusão do incrível mini dancer indiano. Confiram a espetacularidade dos movimentos.

Cara, o que é que deram para esse rapaz? Eu só cheguei a me certificar que se tratava de um anão mesmo, no final quando ele dá uma tragada no cigarro. A não ser que não exista nenhuma restrição moral para crianças fumantes na Índia. O fato é que, o moleque nanico é um gênio do street dance. Por favor, se alguém souber em qual obra bollywoodiana ou seja lá onde tenha sido transmitida esta fantástica performance a la Michael Jackson deixe nos comentários.

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Não contavam com a minha astúcia!

Sexta feira passada foi um dia histórico para as muitas gerações que cresceram e se educaram assistindo e decorando as falas dos memoráveis personagens de nosso querido Roberto Gomes Bolaños, o eterno Chaves (ninguém tem paciência comigo).

O “pequeno Shakespeare” que resolveu, aos 82 anos, encarar o twitter e se comunicar com seus fãs espalhados por toda américa latina, e porque não dizer do mundo, fez sua primeira twitcam no último dia 29. Toda a cambada tuiteira (e fãs do Chaves é claro) correram pra ver aquilo que poderão contar para seus netos com todo orgulho.

Pode parecer besteira, mas ver um de seus heróis (o polegar vermelho) da infância ao vivo e com a possibilidade de comunicação (embora que praticamente impossível devido à quantidade de perguntas que faziam ao pobre desorientado virtual) é uma coisa que beira o impensável. Nunca pude imaginar isso.

Se vocês não perceberam, um dos ícones que decora meu banner logo aí em cima, é a imagem do Chavinho. Já dá pra se ligar que fui uma criança daquelas que sempre embolava a próxima fala do roteiro isso isso isso. Até hoje me diverte bastante (mesmo que assistindo pela milésima vez) ver as trapalhadas dos nostálgicos personagens criados pelo gênio mexicano Chespirito.

Como era de se esperar, eu e mais uns 40.000 corremos para presenciar aquele momento único. Ficamos uma hora e meia lá e só saímos quando a emoção tomou conta do negócio e ele resolver dar tchau. E sim, tivemos paciência com ele (e muita), coisa que ninguém tinha na época do seriado.

Desculpem o texto mal feito pessoal, eu não planejava escrever, mas, não podia deixar essa data passar sem nenhum registro. Que todos fiquem sabendo que no dia 29 de julho de 2011 (sexta), Roberto Chaves Chapolin Chapatin Chaveco Chespirito  Bolaños fez sua primeira twitcam e foi uma coisa linda de se ver. Sigam-no os bons @ChespiritoRGB.

Para quem perdeu a twitcam, aqui em baixo segue um vídeo com os melhores momentos, mas ela se encontra por completo no youtube. Valeu.

Músicas que descoloriram nossa infância

Não tem nem quatro dias que inaugurei meu recinto virtual e o pessoal já está reclamando que estou sem postar. Vamos com calma galera, também tenho um Cinemafia pra sustentar e ainda estou pegando o jeito dessa coisa aqui. A pegada dos textos lá no nosso recanto cinematográfico é bem distante do que pretendo fazer no Mundo de Bobby, e embora eu acompanhe um tantão de blogs por aí, fazer a coisa acontecer é bastante diferente. Enfim.

Uma coisa que sempre me pego matutando sobre, é a infinidade de lembranças da infância que carregamos em nosso subconsciente. Você está lá numa rodinha de amigos, bem tranquilão, dialogando sobre a possibilidade de haver vida extraterrestre, quando de repente lhe vem no pensamento o nome das nove renas do Papai Noel em forma de cantiga sendo cantarolada por Arnold Schwarzenegger no filme “Um Herói de Brinquedo” de 1996 (levando em consideração que desfrutei da minha infância na década de 90). Alguém me explica isso? Se vocês não são vítimas desses flashs loucos e desordenados, por favor me avisem para que eu possa procurar o professor Xavier. Mas partindo da premissa de que sabem o que eu estou falando, continuemos o texto.

Especificando ainda mais nosso tema, a música é um dos elementos que mais detém influência sobre nossas mentes e que, de maneira sobrenatural, consegue ficar agarrada às nossas lembranças por toda a eternidade se ela tiver sido marcante de alguma forma (é mano, tem coisa que nem uma lavagem cerebral resolve). Aposto que você sabe cantar sem gaguejar todos os trechos da música de abertura de Cavaleiros do Zodíaco faça elevar o cosmo no seu coração (talvez até em japonês). O que? Como assim você não curtia os cavaleiros? Tá bom, mas é difícil você não lembrar isso aqui: os ursinhos carinhosos estão aqui pra ajudar – se precisar é só chamar. (Para os que ainda assim não lembram, deixo Hakuna Matata). Ok. Seja o tema de Street Fighter ou a abertura de Chiquititas, você deve lembrar de alguma musiquinha que marcou sua infância.

Agora se você pensou que eu vim aqui falar sobre as mais belas canções das quais temos saudades, está enganado coitado. Nem tudo que você cheira amiguinho, é frôRRR. Da mesma maneira que você recorda inúmeras e ótimas canções que te levam ao mais elevado grau de nostalgia, com certeza também deve vir a sua memória, eventualmente, alguma daquelas desgraças – nem sei se podemos chamar de música – que seu tio solteiro de quarenta anos ouvia em toda altura no som do Gol/84 quando tinha churrasco da família. E a música não precisa nem ser tão ruim assim. Basta ser ouvida repetidas vezes e não ser do seu agrado que ela já se torna um créu velocidade 100 e passará a te atormentar pelo resto da vida.

Então, para a revolta de vocês, eu resolvi trazer algumas das incontáveis porcarias musicais originadas na época da nossa infância e que permeiam nosso subconsciente até hoje. Basta uma cutucadinha que as malditas surgem saltitantes e nos fazem cantá-las durante uma semana. E o interessante é que a gente sabe de cor e salteado as letras.

Vamos começar pela dança que castiga o rapaz. Se você não lembra e quer continuar sem lembrar, não assista o vídeo abaixo. Mas se você der o play meu querido, já era.

Não teve jeito né? Só em ler o título você já estava no refrão em sua cabeça. Para poupá-los de um mal maior, eu optei por colocar apenas a música, sem imagem alguma. Mas essa letra reflexiva irá levar aos seus mais lindos pensamentos o que vem a ser a – culturalmente aclamada – dança do maxixe. Um homem no meio com duas mulheres fazendo sanduíche. Pense nisso.

E o negão, você conhece? Mas não é o negão de tirar o chapéu que você não pode dar mole. É o negão cheio de paixão, te catá, te catá, te catá. Loirinha com a fungada do negão é um problema. (?). Entrem em colapso ouvindo a música a seguir.

Pois é pessoal, eu sei que neste exato momento vocês estão querendo me enviar correspondências com anthrax. Perdoem-me, eu só quero compartilhar algumas das músicas que me maltrataram na infância e perduram até hoje na minha memória. Mas relaxem, talvez o efeito passe depois de uma semana.

Não procurem sentido nessas músicas. O objetivo delas é justamente ancorar no cais das nossas mentes e não sair nunca mais.

Eu não sabia que, além de ter lançado fogo em Roma, Nero tinha criado a dança da manivela. É vivendo e aprendendo né.

E não podia faltar nessa lista aquele estilo musical que vocês tanto gostam meus amigos. Sim, vocês que têm uma moto envenenada, prestem atenção na letra dessa linda composição e se esforcem mentalmente para captar a mensagem profunda envolvida neste clássico do funk.

É gente, com essa eu acho que vocês perderam a linha. Mas pra finalizar e abalar de vez vossas cabeças, eu vou chamar o pimpolho pra nos apresentar a última música de nossa lista. Não conhecem o pimpolho? Chega pimpa. Chega pimpa.

Eis uma canção que eu nunca entendi a letra. Cuidado com a cabeça do pimpolho? Comassimanolo? Whatever. O único propósito dessa lista de clássicos (Engraçado que é quase tudo pagode) perturbadoramente insanos é fazer você, meu jovem padawan, ficar o resto da semana recitando versos de músicas que estavam no mais longínquo e obscuro esconderijo da sua memória, de onde você jamais gostaria de ter tirado. E olhe que fui generoso com os senhores colocando somente cinco. Imagina se eu tivesse lembrado alguma das pérolas do finado grupo É o Tchan Gerasamba.

Então é isso meu povo. Se algum de vocês realmente ficou com pelo menos uma dessas musicotas na cabeça comente aqui, e diga aonde você vai que eu vou varrendo também quais os sucessos da indústria fonográfica de sua infância te perturbam até hoje. Valeu.

Ps: O único desgosto que tive com esse post, foi o de ter sujado meu bloguinho recém criado com essas mazelas musicalescas.

Hi. I’m Bobby

Provavelmente vocês já me conhecem. E não é porque sou um cara conhecido na internet ou aquele tipo popular que vestia o casaco da equipe de basquete no high school. Vocês me conhecem porque, certamente, as únicas pessoas que estão lendo este lindo texto agora, são aquelas que cansaram de ser perturbadas por minha pessoa e resolveram dar uma olhada só por consideração mesmo no humilde blog de seu amiguinho aqui que está começando right now.

Entretanto, se por alguma ironia da web, você que está aí lendo todas essas palavras jogadas na sua tela não me conhece, irei me apresentar. Me chamo Lincoln e isso é tudo que você precisa saber sobre mim no momento. Talvez com o passar dos textos você me conheça mais. Talvez este seja meu único post. Who knows! Mas sendo amigo ou não, agradeço por você estar perdendo aproximadamente 4 minutos do seu dia lendo um texto medíocre de um blog novato, quando poderia estar fazendo algo muito mais produtivo como calcular quantos tweets sua timeline recebe por minuto.

Mas por que fazer um blog mano? Já existe um ziquilhão deles por aí. Bom, essa é uma pergunta que me fez questionar sobre a real necessidade de se obter um diário pessoal. Pra quem não me conhece, eu já escrevo há pouco mais de um ano sobre filmes no Cinemafia, blog que criei com um brother, sem compromisso nenhum, e que acabou virando uma responsabilidade daquelas que até dor de cabeça você tem de vez em quando (aí vocês já começam a saber mais sobre a incrível pessoa que vos escreve).

Então, certas vezes me dava vontade de falar sobre algum assunto aleatório, mas que não tinha espaço no meu amado blog cinéfilo. Foi aí que pensei em criar um lugar para que eu pudesse escrever livremente sobre qualquer devaneio que me desse na telha. Pronto. Fácil demais. Tudo resolvido. Quando entro na página do wordpress percebo que preciso de um nome para o blog.

Não demorei muito pra escolher (coisa que geralmente não acontece) visto que já tenho uma história com esse título desde os tempos infantis. Se você não sabe, “O Fantástico Mundo de Bobby” foi um desenho animado (AWESOME por sinal) transmitido no Brasil na década de 90 e que tinha como personagem principal, Bobby, um moleque com uma imaginação muito fértil que vivia mais na sua mente do que no mundo real.

É aí que Neide Cordeiro (a.k.a. herege) entra na história.  Herege foi uma professora de história que tive da 6ª série do ensino fundamental até o 3º ano médio, e a quem devo muita estima e carinho (tá vendo né herege? Nem preciso mais te babar pra ganhar nota e ainda digo essas coisas). Pois bem, ela foi a primeira pessoa que se referiu a mim como Bobby. Sempre reclamava porque eu viva aéreo, viajando na maionese e mandava eu sair do mundo de Bobby por causa dos meus comentários (totalmente pertinentes nas aulas obviamente). Depois disso, não parei mais de ouvir que vivo no mundo da imaginação.

Tenho um nome, e agora? Agora eu precisava de um banner legal pra colocar na fachada da minha “casa” é claro. E a primeira pessoa que me veio na mente pra pedir tamanho favor foi ninguém mais ninguém menos do que a melhor designer que a blogosfera já conheceu, Natália Xavier. Natália também tem um blog de cinema que é parceiro do Cinemafia. (acessem o Le Matinée!). Perturbei muito essa criatura esses dias por conta desse bendito banner que eu gostei demais. Tentei reunir nessa imagem coisas que eu curto bastante: cinema, desenhos, games, HQs, seriados, música e como bom brasileiro, futebol não poderia estar fora dessa lista. Natália captou bem minha mensagem e produziu essa parada que vocês veem logo aí em cima. Muito obrigado mesmo tia Nat (portfolio).

O texto se estende, mas em resumo é isso. O “Mundo de Bobby” é um espaço no qual irei escrever sobre todo e qualquer assunto randômico que vier na minha cabeça e que eu ache bacana para discussão (não necessariamente coisas úteis). Podem se sentir a vontade pra dar pitaco e falar mal se não gostarem. A gente se fala no próximo post.

PS: agradeço a herege por ter me aguentado tantos anos nas suas aulas e por ter ajudado na criação do nome do blog mesmo sem saber. Valeu herege.

PS2: Responderei no twitter se me chamarem pela arroba @Tweetceteraa