Cada um no seu quadrado

Por favor, não fiquem com raiva se vocês pensaram que iam encontrar um texto mais elaborado sobre algum assunto bacana e chegaram aqui e viram essa rage comic sem futuro. A faculdade realmente me “atrapalha” em meus empreendimentos bloguísticos, e eu nunca me vi tão envolvido como estou hoje.

Minha vontade é sempre estar atualizando isso aqui, mas como o negócio tá difícil resolvi postar essa tirinha que fiz há um tempinho já. Eu sei que é uma baita de uma leseira mas acho que dá pra tirar umas risadinhas aqui e acolá.

E quem diz que isso não é verdade? Vez por outra nos deparamos com o famoso inxirido. Seria tão bom se cada um cuidasse da vida que Deus lhe deu e deixasse de querer dar pitaco no business do outro. O pior é quando esse pitaco é dirigido à terceiros que menos ainda têm a ver com ninguém na história do Brasil.

É sempre bom dividir problemas e dúvidas com alguém da sua confiança e ouvir conselhos e sermões, se for o caso, e os amigos estão aí pra isso. A torcida do flamengo serve pra se meter.

Tá, eu não fiz essa tirinha pensando em nada disso, só achei engraçado e pensei que tinha que escrever algo relacionado e isso foi o mais próximo que encontrei (longe de ser uma indireta a alguém, pelo amor de Deus, não me entendam mal). Só pra movimentar o balaio aqui que está parado. Até daqui a muito tempo.

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Stop Motion – Insert Coin & 8-bit trip

Certo dia resolvi clicar em um link tuitado por minha amiga Thalita e vi uma das coisas mais espetaculares do universo. Claro que senti a necessidade de compartilhar isso com seja quem for que frequente meu humilde brógui.

Era um stop motion, feito com moedas, de um grupo sueco que tem o nome tão esquisito (Rymdreglage) quanto a genialidade dos caras. Mas, como eles mesmos dizem em seu site, existe um segundo nome para confundir os oponentes – Ninja Moped. Esse é mais fácil né?

Além do filme das moedas, postei também um outro que eles fizeram com lego. Vejam e me digam se isto não é a coisa mais incrível que pode ser visualizada por olhos humanos.

FANTÁSTICO! Sei mais nem o que falar. Valeu.

Saiba identificar um pseudointelectual

Faz uma semana que não posto nada aqui por pura preguiça e estava sentindo uma espécie de peso na consciência por isso. Manter esse negócio atualizado como o público deseja é impossível porque todos querem abrir a página a cada dia e ver algo novo pra ler ou assistir. Produzir material de qualidade requer um tempinho. É eu sei que nem tudo que sai daqui deste lindo blog é de uma utilidade suprema, mas é uma inutilidade boa, de qualidade (rs). Se eu conseguir no mínimo arrancar um sorriso de canto de boca seu, já está de bom tamanho. Afinal, quem é que vive sem a velha e agradável besteira?

Mas vamos ao que interessa. Uma coisa que andei observando nos últimos dias foi o comportamento de determinadas pessoas que vivem se fazendo passar por aquilo que gostariam de ser, mas não são. Essas pessoas de quem irei tratar são os pseudointelectuais (lembra da aula de biologia no colégio? Lembra dos pseudópodes, que a gente só memorizava depois que a professora dizia que significava “falsos pés”? Pronto!). Convivemos com muitos deles e às vezes é bem desagradável suportar algumas de suas atitudes.

Antes de começar e já começando, acho válido trazer uma simples definição de intelectual para entendermos bem o assunto. Claramente a palavra é relativa ao intelecto, que, segundo o Aurélio, é sinônimo de inteligência. Então, em linhas gerais, podemos dizer que uma pessoa intelectual é uma pessoa inteligente. Mas vamos extrair um pouco mais. Um intelectual é aquele que está sempre buscando o conhecimento e a elevação do seu nível cultural, tem suas próprias ideias e opiniões formadas e geralmente consegue exprimir um juízo de valor sobre qualquer assunto.

Não encare a figura do intelectual como um ser aristotélico, ele está em nosso meio e até mesmo você pode ser um. Se não está satisfeito com o pouco conhecimento que tem e sempre busca humildemente aprender mais, você está no caminho certo. É importante frisar que ninguém que se encaixe nos requisitos traçados para definir um verdadeiro intelectual vai chegar e dizer: “Oi, eu sou intelectual”. Portanto, o uso da palavra nesse texto é meramente elucidativo para expressar um estilo de vida.

-Certo. Bla bla bla e o que vem a ser o tal do pseudointelectual? Você não falou que lembrava das suas aulas de biologia? Explicando novamente, pseudo é o prefixo de origem grega usado para designar algo que é falso. Assim, pseudointelectual é aquele camarada que quer dar de sabidão na frente da galera usando um vocabulário que não está ao alcance de todos e citando frases que decorou da Wikipedia de algum lugar. É o cara que quer ou pensa ser o detentor de todo o conhecimento e acredita nunca estar errado. E o pior é que na maioria das vezes ele consegue se passar pela pessoa mais inteligente da galáxia se você não souber reconhece-lo. Por isso resolvi listar algumas características inerentes à maioria dos pseudointelectuais. Obviamente você não vai chegar pra um cara no primeiro contato e dizer que ele é um fake. Isso é resultado de observações e vivência. Então vamos lá.

1 – Necessidade de autoafirmação e aprovação

Isso é facilmente percebido quando você escuta dele uma resposta para uma pergunta que não lhe foi destinada ou sequer formulada. O cara sente essa necessidade de estar provando a todo o momento que sabe de alguma coisa (provavelmente leu no dia anterior em algum blog sem credibilidade) sobre determinado assunto e está doido pra soltar o conhecimento (raso por sinal) que adquiriu. Se por acaso a conversa não toma o rumo pretendido por ele, o sabichão faz seu comentário impertinente de qualquer forma. Algo mais ou menos assim:

Tente questionar algo mais sobre o tema. Ele provavelmente não saberá, e se por ventura o malandro foi esperto o suficiente e se preparou pra isso, cairá na terceira ou quarta pergunta.

Essa necessidade de afirmar-se decorre de outra necessidade que o marmanjo tem. A de se sentir aprovado pela turminha. Então certamente ele solta essas e outras querendo agradar e pensando que todos estão achando o máximo a sua exacerbada sabedoria e conhecimento profundo.

Logicamente, um verdadeiro intelectual não sairia por aí dando uma de gostosão. Muitos até nem sabem que ele se diverte aprendendo e que tem um altíssimo grau cultural. É mais quieto e na dele, não busca elogios.

2 – Artificialidade

Por ser uma pessoa que sempre busca elogios por aparentar ser algo que não é, uma de suas características mais marcantes é a artificialidade. Se o cara vive por atrás de uma maquiagem tentando ser o rei da cocada preta uma coisa é certa, natural é que ele não é.

Esse é um ponto chave que dá pra desmascarar alguns pseudointelectuais. Outros são mais bem preparados, mas vamos ver se dá pra derrubá-los com os próximos tópicos.

Certamente alguém que conhece bem e de longa data essa pessoa, saberá facilmente se ela está sendo artificial, mas para quem não tem tanta convivência é difícil perceber isso de imediato. É coisa pra um bom tempo de relacionamento.

O recanto familiar vai ser o ambiente em que essa pessoa vai poder ser ela mesma, a não ser que ela própria pense que seja um tipo de Sócrates pós-moderno. Aí o cara vai estar enganando a si mesmo e vivendo em um escafandro.

O dono de inteligência simples e pura irá ser sempre o mesmo onde quer que seja sabendo reconhecer seus erros e não se sentindo acanhado em perguntar algo que não sabe.

3 – Uso de vocabulário rebuscado

Nesse tópico não estou me referindo a todo sujeito que utilize palavras de difícil entendimento para a maioria das pessoas. Que isso fique bem claro. Existem pessoas que conseguem fazer o uso dessas palavras soar natural aos nossos ouvidos, por simplesmente ser um atributo intrínseco a elas. São pessoas que realmente sabem o que estão falando e utilizam seu vocabulário equilibradamente pra cada situação e ambiente.

Em contrapartida, o pseudointelectual aprende palavras aleatoriamente em alguma aula de filosofia e, achando ter entendido seu significado, pensa que pode utilizá-las a seu bel-prazer. E qual o intuito disso? Afirmar-se superior para conseguir aprovação. Estão vendo que suas características se relacionam entre si? É como se uma dependesse da outra. Creio que seja possível, porém muito difícil, um falso intelectual não reunir todas essas características que estou citando neste texto. Elas estão interligadas.

Há uma frase em que Nietzsche define bem essa questão e separa os que são e os que parecem ser profundos em inteligência:

“Quem sabe que é profundo, busca a clareza; quem deseja parecer profundo para a multidão, procura ser obscuro. Pois a multidão toma por profundo aquilo cujo fundo não vê: ela é medrosa, hesita em entrar na água.”

4 – Superficialidade

É preciso dizer que também há aquele cara verdadeiramente inteligente possuindo algumas dessas características e que é prepotente e difícil de lidar, todavia, é inegável seu altíssimo conhecimento de deixar qualquer um admirado. Talvez por ele ser convicto de sua intelectualidade, chegue a pensar que é melhor que os outros. Os desse tipo também não são pessoas bacanas de se relacionar.

Já a pessoa de quem estamos tratando nesse texto, é conhecida por sua superficialidade, ou seja, não é nada profundo naquilo que diz ser conhecedor (tudo). É como se o Mr. Sabedoria se focasse em decorar conceitos e não se aprofundasse no assunto por considerar desnecessário para a formação da sua imagem magnífica. Pra ele basta pesquisar umas coisinhas aqui e ali e está feita a sua exibição do final de semana. Aí quando ele se depara com pessoas que realmente dominam o assunto, a vergonha é feia.

Não tem problema nenhum se você não sabe de alguma coisa, afinal quem sabe de tudo? O problema é tentar aparentar conhecer aquilo que nunca morou na sua cabeça. Isso é o que se torna irritante em uma pessoa desse naipe. É tão bom discutir com amigos assuntos variados e aprender coisas que você não sabia como também transmitir informação. Essa troca de conteúdo é de extrema importância nas relações pessoais. Só que quando chega um bonitinho tentando roubar a cena, onde nada lhe foi perguntado, citando algum pensador famoso (depois te ter lido dois capítulos de uma obra do dito cujo), a conversa começa a ficar chata.

Por isso, se você gosta de ler, gosta de estudar e aprender coisas novas, evite ao máximo parecer um chato desses. Ninguém acha legal alguém que gosta de aparecer, muito menos que tenta mostrar algo que não é.

Eu escolhi algumas pessoas entre meus amiguinhos do twitter (umas delas eu conheço pessoalmente e são do meu convívio diário) e fiz uma pergunta para poder ilustrar mais ainda meu post com suas respostas. São pessoas que considero de um bom nível cultural e ótimas para uma longa conversa. Já aprendi muito com todas elas.

A pergunta foi: “O que é um pseudointelectual para você em apenas um tweet?”. Vamos ver no que deu:

Não tinha me ligado que foram tantas respostas. O texto acabou ficando longo demais. Mas é isso aí. Leia bons livros, assista filmes, conheça novas bandas, e estude. Nunca deixe de estudar e se aprofundar naquilo que te atrai. E lembre sempre que você pode aprender com qualquer pessoa, de criança a velho, mendigo a Sílvio Santos.

Ps: Obrigado a todos que contribuíram para a elaboração desse post, inclusive meu amigo Paulo que foi um ‘do contra’ no meio da multidão rs.

Até que idade vocês fizeram isso?

Este não é o tipo de post que eu planejo publicar aqui, mas depois de ter descoberto essa ótima ferramenta que me fez gastar algum tempo do meu precioso dia, resolvi mostrar pra vocês.

Já é do conhecimento de todos essas rage comics né? São essas tirinhas que os blogs apostam pra terem mais acessos. E parece que o negócio funciona mesmo, pois é disso que o povo aparenta gostar. Confesso que não é a maioria desses quadrinhos que me atraem, mas tem uns muito bons.

Então achei esse site que permite você fazer suas próprias rage comics e pensei, por que não?. Então fiz a primeira coisa que me veio na mente e me diverti muito. Quando é criação sua você quer mostrar pra toda a galera, então olhem o resultado.

Vai dizer que você não chamava a mamãe pra limpar seu bumbum branquelo? Tenho um irmão de 8 anos que até hoje grita incessantemente para que nossa progenitora faça a limpeza do seu traseiro depois que ele termina de ler um gibi da turma da Mônica. Ai de mim quando minha querida mãe não se encontra em casa e ele resolve descer o barro.

Meu grande amigo Marcelo, parceiro de Cinemafia, sempre me cobra pela abordagem de assuntos escatológicos neste blog, pois somos adeptos da teoria de que todo e qualquer tema que você inciar em alguma conversa entre amigos, não importa o caminho que este percorra, vai terminar em fezes. Não acredita? Comece a prestar atenção.

Na verdade eu ia apenas postar a tirinha e indicar o site, mas como vocês podem ver o post tomou outro rumo, o que prova a minha teoria.

Quero dedicar essa tirinha ao meu brother Marcelinho e a meu irmão cagão que me deu inspiração para essa obra prima dos quadrinhos. Um beijo pra minha mãe, pra minha vó, pra minha tartaruga, pra Xuxa e pra Sasha.

Ps: Não prometo rage comics aqui sempre, mas se eu fizer alguma legal mostro pra vocês.

Random: Mini dançarino indiano

Esse vídeo já é antigo, mas, em uma conversa com amigos descobri que muita gente ainda não viu as habilidades dançantes da criança/anão/whatever que segue abaixo, e eu resolvi fazer minha parte na difusão do incrível mini dancer indiano. Confiram a espetacularidade dos movimentos.

Cara, o que é que deram para esse rapaz? Eu só cheguei a me certificar que se tratava de um anão mesmo, no final quando ele dá uma tragada no cigarro. A não ser que não exista nenhuma restrição moral para crianças fumantes na Índia. O fato é que, o moleque nanico é um gênio do street dance. Por favor, se alguém souber em qual obra bollywoodiana ou seja lá onde tenha sido transmitida esta fantástica performance a la Michael Jackson deixe nos comentários.

Hi. I’m Bobby

Provavelmente vocês já me conhecem. E não é porque sou um cara conhecido na internet ou aquele tipo popular que vestia o casaco da equipe de basquete no high school. Vocês me conhecem porque, certamente, as únicas pessoas que estão lendo este lindo texto agora, são aquelas que cansaram de ser perturbadas por minha pessoa e resolveram dar uma olhada só por consideração mesmo no humilde blog de seu amiguinho aqui que está começando right now.

Entretanto, se por alguma ironia da web, você que está aí lendo todas essas palavras jogadas na sua tela não me conhece, irei me apresentar. Me chamo Lincoln e isso é tudo que você precisa saber sobre mim no momento. Talvez com o passar dos textos você me conheça mais. Talvez este seja meu único post. Who knows! Mas sendo amigo ou não, agradeço por você estar perdendo aproximadamente 4 minutos do seu dia lendo um texto medíocre de um blog novato, quando poderia estar fazendo algo muito mais produtivo como calcular quantos tweets sua timeline recebe por minuto.

Mas por que fazer um blog mano? Já existe um ziquilhão deles por aí. Bom, essa é uma pergunta que me fez questionar sobre a real necessidade de se obter um diário pessoal. Pra quem não me conhece, eu já escrevo há pouco mais de um ano sobre filmes no Cinemafia, blog que criei com um brother, sem compromisso nenhum, e que acabou virando uma responsabilidade daquelas que até dor de cabeça você tem de vez em quando (aí vocês já começam a saber mais sobre a incrível pessoa que vos escreve).

Então, certas vezes me dava vontade de falar sobre algum assunto aleatório, mas que não tinha espaço no meu amado blog cinéfilo. Foi aí que pensei em criar um lugar para que eu pudesse escrever livremente sobre qualquer devaneio que me desse na telha. Pronto. Fácil demais. Tudo resolvido. Quando entro na página do wordpress percebo que preciso de um nome para o blog.

Não demorei muito pra escolher (coisa que geralmente não acontece) visto que já tenho uma história com esse título desde os tempos infantis. Se você não sabe, “O Fantástico Mundo de Bobby” foi um desenho animado (AWESOME por sinal) transmitido no Brasil na década de 90 e que tinha como personagem principal, Bobby, um moleque com uma imaginação muito fértil que vivia mais na sua mente do que no mundo real.

É aí que Neide Cordeiro (a.k.a. herege) entra na história.  Herege foi uma professora de história que tive da 6ª série do ensino fundamental até o 3º ano médio, e a quem devo muita estima e carinho (tá vendo né herege? Nem preciso mais te babar pra ganhar nota e ainda digo essas coisas). Pois bem, ela foi a primeira pessoa que se referiu a mim como Bobby. Sempre reclamava porque eu viva aéreo, viajando na maionese e mandava eu sair do mundo de Bobby por causa dos meus comentários (totalmente pertinentes nas aulas obviamente). Depois disso, não parei mais de ouvir que vivo no mundo da imaginação.

Tenho um nome, e agora? Agora eu precisava de um banner legal pra colocar na fachada da minha “casa” é claro. E a primeira pessoa que me veio na mente pra pedir tamanho favor foi ninguém mais ninguém menos do que a melhor designer que a blogosfera já conheceu, Natália Xavier. Natália também tem um blog de cinema que é parceiro do Cinemafia. (acessem o Le Matinée!). Perturbei muito essa criatura esses dias por conta desse bendito banner que eu gostei demais. Tentei reunir nessa imagem coisas que eu curto bastante: cinema, desenhos, games, HQs, seriados, música e como bom brasileiro, futebol não poderia estar fora dessa lista. Natália captou bem minha mensagem e produziu essa parada que vocês veem logo aí em cima. Muito obrigado mesmo tia Nat (portfolio).

O texto se estende, mas em resumo é isso. O “Mundo de Bobby” é um espaço no qual irei escrever sobre todo e qualquer assunto randômico que vier na minha cabeça e que eu ache bacana para discussão (não necessariamente coisas úteis). Podem se sentir a vontade pra dar pitaco e falar mal se não gostarem. A gente se fala no próximo post.

PS: agradeço a herege por ter me aguentado tantos anos nas suas aulas e por ter ajudado na criação do nome do blog mesmo sem saber. Valeu herege.

PS2: Responderei no twitter se me chamarem pela arroba @Tweetceteraa